Assim o desenvolvimento de uma aplicação envolve algumas etapas até colocar o software em produção. Assim os Primeiros passos com o Jenkins é entender que  processo de Build e Release são fundamentais para construir e gerenciar a publicação em todos os ambientes.

Em muitos projetos esses passos ainda são manuais que causam demora na publicação, falta de qualidade e de velocidade. Muitas vezes dependem de várias pessoas e permissões para promover a versão nos ambientes colocando em risco inclusive o projeto. Gerando assim a famosa frase “Na minha máquina funciona”.

A Integração contínua é uma das práticas mais importantes do desenvolvimento ágil. Através dela, é possível agilizar tarefas demoradas como a compilação de um projeto e a execução dos seus testes automatizados.

Assim om um servidor de integração contínua bem configurado, essas tarefas são executadas a cada mudança no repositório de código. No caso de erros de compilação ou falhas nos testes automatizados, todos os desenvolvedores são alertados rapidamente.

Primeiros passos com o jenkins

Assim os Primeiros passos com o Jenkins consiste entender que dessa forma, se o servidor de integração não aponta problemas no projeto. A equipe tem a segurança de que as mudanças no código estão de acordo com a bateria de testes. É também um passo na direção do deploy contínuo.

 

O que é Jenkins

 

Como podemos perceber, a integração contínua consiste em um desenvolvimento de software onde os membros são integrados em seu trabalho frequente. Isso permite uma verificação por build automatizado. Desta maneira, a integração poder realizada por uma pessoa ou por mais pessoas. Possibilitando assim o desenvolvimento ágil de tarefas demoradas, consistindo na compilação e execução de testes automatizados.

Primeiros passos com o Jenkins é preciso entender que o Jenkins é um servidor de Integração Contínua open-source feito em Java, criado por Kohsuke Kawaguchi. Ele pode ser rodado de forma standalone ou como uma web aplicação dentro de um servidor web.

Neste sentido, ele consiste em um código de automação aberto, cujo a inscrição estava em Java, o que auxilia na automatização da parte não humana. Principalmente no que diz respeito aos aspectos de desenvolvimento de software, facilitando os elementos técnicos de entrega contínua.

Primeiros passos com o Jenkins destaca-se que este sistema é baseado em um servidor que tem sua execução em contêineres de servlet. Assim suportando ferramentas de controle de versão, assim como permite a possbilidade execução de projetos que são pautados em Apache Ant, maven e sbt.

Assim como os scripts shell e comandos de lote arbitrários do Windows, onde sua licença é MIT. Sendo um software livre, ou seja, permite que vários usuários o executem para qualquer finalidade no que tange os aspectos de estuda-lo, alterá-lo e distribuí-lo em quaisquer versões.

Podemos destacar algumas vantagens no uso do Jenkins:

  • Builds periódicos;
  • Mailler
  • Credencias
  • Agente SSH
  • Testes automatizados;
  • Possibilita analise de código;
  • Identificar erros mais cedo;
  • Fácil de operar e configurar;
  • Builds em diversos ambientes;

Vamos destacar alguns pontos importantes que fazem do Jenkins uma ferramenta de integração contínua de referência.

 

Builds Periódicos

 

Para entendermos os primeiros passos com o Jenkins devemos compreender que os builds periódicos podem ser acionados de vários meios. Assim como através de outros builds específicos. Podendo também ser acionados na fila depois de que outros builds forem concluídos. Assim sendo sua funcionalidade estendida através de plug-ins.

 

Plugins na história do Jenkins

 

Primeiros passos com o Jenkins sabemos que os plugins são estendidos são estendidos a linguagens que podem ser distintas a do Java. E eles consistem na integração do software com a maioria do sistema de controles de versão no que diz respeito ao banco de dados bug.

Sendo assim, o Jenkins permite que muitas ferramentas possam ser suportadas devido aos seus plugins. Além disso, eles podem mudar a aparência e adicionar outras funcionalidades ao Jenkins, havendo, para tanto, um conjunto de plugins específicos aos testes unitários que geram relatórios de testes e estes, podem possuir vários formatos cujo objetivo é sustentar estes testes. O Jenkins tem a capacidade de gerar relatórios e tendências de forma a processá-lo na GUI.

 

Mailler

 

Primeiros passos com o Jenkins entendemos que o Mailler tem como objetivo configurar notificações por e-mail a fim de que haja resultados de construção, enviando um e-mail aos destinatários caso ocorra os seguintes problemas:

 

  • Falha na construção
  • Construção Instável
  • Construção bem-sucedida após uma falha na construção, indicando que uma crise acabou
  • Compilação instável após uma bem-sucedida, indicando que há uma regressão

 

Credenciais

 

Primeiros passos com o Jenkins sabemos que as credenciais fornecem uma API padronizada para os plugins e isso permite recuperar e armazenar diferentes tipos de credenciais dentro do sistema de software.

 

Agente SSH

 

Primeiros passos com o Jenkins entendemos que este software tem um plugins agente SSH , que gerencia agentes, através de em máquinas * nix através de SSH, o que proporciona adicionar um novo tipo de método de lançamento de agente.

 

Teste Automatizado

Primeiros passos com o Jenkins compreendemos que um dos princípios básicos da Integração Contínua é que uma compilação deve ser verificável.  Ou seja, você precisa ser capaz de determinar objetivamente se uma determinada compilação está pronta para prosseguir para o próximo estágio do processo de compilação.

Assim como se ela precisa de reparos, e a maneira mais conveniente de fazer isso é usar testes automatizados. Sem testes automatizados adequados, você tem que reter muitos artefatos de construção e testá-los manualmente, o que dificilmente está no espírito da Integração Contínua. Nela existe um trabalho excessivo que demanda muito tempo e capacidade cognitiva.

Report

Primeiros passos com o Jenkins na ação Pós-compilação de qualquer trabalho, você pode definir os relatórios a serem criados. Depois que as compilações forem concluídas, a opção Resultados deno teste estará disponível para mais detalhamento

Métricas e Tendências

Primeiros passos com o Jenkins precisamos compreender que existem vários plugins que estão disponíveis no Jenkins para mostrar métricas para compilações que são realizadas ao longo de um período de tempo. Essas métricas são úteis para entender suas construções e com que frequência elas falham/passam ao longo do tempo. Algumas métricas que podem ser conseguidas:

  • Tempo médio de falha (MTTF)
  • Tempo médio de recuperação (MTTR)
  • Desvio padrão dos tempos de construção

Pipelines no Jenkins

Primeiros passos com o Jenkins compreendemos que o plugin Jenkins Pipeline é um divisor de águas para os usuários do Jenkins. Com base em uma Linguagem Específica de Domínio (DSL) no Groovy, o plug-in Pipeline torna os pipelines com base em scripts e é uma maneira incrivelmente poderosa de desenvolver pipelines de DevOps complexas e com várias etapas. O plug-in do Pipeline é uma melhoria que foi incorporada ao Jenkins.

Ao contrário dos jobs freestyle, o Pipeline é resiliente aos reinícios do Jenkins e também possui recursos integrados que substituem muitos plug-ins antigos usados ​​anteriormente para construir pipelines de entrega complexos e em várias etapas.

Tratar seu pipeline como código impõe boa disciplina e também abre um novo mundo de recursos e capacidades, como multi-branch, pull request detection e scanning organizacional para GitHub e BitBucket. Você também deve chamar seu script do Pipeline com o nome padrão: Jenkinsfile e iniciar o seguinte cabeçalho de script, para que seu IDE, GitHub e outras ferramentas.

 

Falando da instalação Jenkis

 

Primeiros passos com o Jenkins discorreremos de forma simples como se dão os testes de performance de forma simples, objetiva e clara para que você possa compreender melhor esta ferramenta de suam importância no que diz respeito aos testes automatizados.

 

Criação de requisições

 

Primeiros passos com o Jenkins é preciso criar requisições para que estas possam ser executadas como testes de performance. Para isso, escolha um API programa simples para começar, onde você possa colocar um nome, e um gerenciador de cabeçalho com “ http”.

 

Criação de demais requisições

 

Crie mais requisições para adicionar ouvintes (relatórios) e asserts de forma que você possa verificar o status da requisição e o retorno da mesma. Neste sentido os primeiros passos com o Jenkins consiste principalmente na criação de relatórios e resposta de forma rápida, precisa e clara, de acordo com as especificidades de cada requisição.

 

Adicionando usuários virtuais

 

Nos primeiros passos com o Jenkins você aprende que ao adicionar usuários virtuais é preciso definir o tempo de intervalo que deverá haver entre cada requisição. Para tanto, caso você não saiba o número de usuários virtuais, você pode definir um número qualquer uma vez que, o API não necessita de requisitos funcionais.

 

Execute os testes

 

Primeiros passos com o Jenkins permite que você execute os testes de performance onde permite que você recolha o resultados daquilo que está procurando analisar em seu teste.

 

Inserindo o Jenkins para rotação automática de testes

 

Primeiros passos com o Jenkins utilizaremos como exemplo o arquivo JMeter que deverá ser criado no Suíte Meter.

Assim apartir daí deverá haver a definição de onde está localizado o arquivo .jtl definindo os limites de erros indicando onde o built pode ou ter instabilidade.

 

Executando o Build

 

Primeiros passos com o Jenkins para a execução do build no projeto é preciso observar o que os gráficos dizem.  Para obter sucesso, você pode clicar sobre eles e conseguir melhor informações do que está ocorrendo neste cenário. Assim como, é possível observar o tempo de resposta avaliando a performance do projeto.

 

Agendado a execução do Build

 

Assim como é possível avaliar a resposta da execução do projeto, também possível com os primeiros passos com o Jenkins.

Em especial é possível saber o  horário em que os testes serão executados, que pode ser um vez por dia. Ou ainda, através de execuções que indicam “a todo minuto” . Ou seja, uma avaliação feita por minuto, “no minuto 5 de cada hora”, ou seja, avaliações feitas por exemplo às 09:05, 09:25, 09:35 e aí por diante.

 

O que o software Jenkins possibilita

 

Primeiros passos com o Jenkins possibilita um processo de controle mais seguro e diversificado que permite geração de pacotes ampliações que podem ser desde a mais simples, assim como, aquelas que envolvem todo um processo complexo com diversas equipes trabalhando em um projeto.

A aplicação de web integração contínua tem o intuito principalmente, de executar testes e criar artefatos no que diz respeito à construção de software. O que permite a geração de pacotes que antes deveriam ser gerados manualmente várias vezes por uma pessoa ou equipe. Mas que agora podem ser gerados de forma otimizada e contínua por este programa.

Isso impede que o tempo da execução de verificação seja muito grande, mesmo quando diz respeito a equipes pequenas.

Você pode definir conforme a necessidade se sua empresa como essa geração de pacotes deve ser feita. Isso de acordo com as necessidades dela.

 

Dificuldades na integração do projeto

 

Primeiros passos com o Jenkins é entender que o processo de automatização das empresas tem um longo caminho a seguir. Uma vez que, ao automatizar o serviço humano tende a ser menor.

Nesse sentido, alguns funcionários podem acreditar que esta fermenta tem o intuito de tirar o serviço manual, reduzindo custos.

Contudo, o processo de automatização está ligado a uma era onde visa-se a manutenção dos servidores e planejando materiais mais eficientes.

 

A importância do Jenkins

 

A implantação do Jenkins está diretamente relacionada ao sistema DevOps. Dessa forma ele não se dissocia de uma visão de operações que visam a otimização de sistemas e comandos.

Primeiros passos com o Jenkins devem ser realizados de forma gradual, assim como no desenvolvimento do próprio DevOps. Desta maneira a própria equipe esteja preparada para todas as transformações benéficas que este sistema poderá promover.

Desta maneira, o Jenkins se torna uma das grandes ferramentas que visam otimizar os serviços das empresas de forma a integrá-las buscando bons resultados que permitem a evolução. Isso não somente do sistema propriamente dito, mas também de toda a sua equipe. Cuja qual, sairá de processos manuais e se tornará muito mais dinâmica, versátil e ágil.

O Jenkins é um software que representa um futuro entre uma empresa bem sucedida, que adota sistemas dinâmicos, de uma empresa arcaica, que insiste em modelos manuais do processo. Assim impedindo o progresso não só da equipe, mas também, da empresa como um todo.