Logo de cara saiba que o termo DevOps possui várias explicações conceituais de diversos especialistas!

Por isso, muitos acabam tendo muita dificuldade para conseguir compreender o conceito, ou mesmo sua funcionalidade.

Se você não conseguir entender do que se trata, é uma ferramenta nova? Um conceito? Um aplicativo? Um sistema operacional? Esse artigo vai conseguir te ajudar a compreender 100% o que é e para que serve o DevOps.

A princípio, DevOps não é um termo limitado, e por isso está em constante movimentação e mudança. Porém, mesmo sempre se atualizando ainda assim podemos falar sobre a sua conceitualização, utilidade e ferramentas.

A Ti bimodal está hoje em dia mais presente do que nunca!

Sempre buscando conseguir o perfeito alinhamento entre padrões mais tradicionais que possuem boa funcionalidade com novos paradigmas do mercado.

Quando o termo surgiu, ele veio para tentar trazer uma facilitação na área de entregas no setor de tecnologia da informação.

Sua principal função era conseguir um aperfeiçoamento do sistema de comunicação entre todos os desenvolvedores de software e os responsáveis pela administração da infraestrutura tecnológica.

Quando o movimento surgiu, ele modificou toda a dinâmica pré-existente, transformando a comunicação e a interação entre todos os envolvidos.

Antes disso, todos os gerentes e desenvolvedores eram vistos como uma ilha isolada, cada um de um lado completamente incomunicável.

A principal necessidade, era conseguir eliminar as falhas, atrasos entre outros problemas que aconteciam com frequência, tornando o produto final entregue de baixa qualidade.

Além dos inúmeros prejuízos é bom lembrar que o maior prejudicado é sempre o cliente. Essa constância de erros pode trazer uma má fama difícil de ser eliminada posteriormente.

Com uma interatividade maior tornando assim o cooperativismo entre as diferentes áreas mais rápido e fácil, o DevOps consegue fazer a sua contribuição para a organização da produção de softwares.

Então vamos começar a entender um pouco da história dessa que é uma das principais tendências do mercado atual:

Quando tudo começou?

The Reference

Foi logo em 2009 que começou a surgir um mundaréu de novas metodologias e conceitos, (Agile, Systems Thinking & Dynamics) entre outras inúmeras outras ferramentas para gestão de serviços.

Todas essas metodologias se uniram e começaram uma série de palestras e conferências pelo o mundo a fora, e depois de muitas concepções, finalmente surgiu a filosofia que seria então o alicerce para o que hoje é o DevOps.

O principal agente dessa transformação foi o Agile, que começou a abrir caminho tentando se desviar de qualquer metodologia de desenvolvimento de software do tipo cascata,

Isso porque percebe a necessidade de encontrar uma forma mais contínua de comunicação e desenvolvimento.

Porém mesmo com a tentativa positiva, o Agile não incluía o lado operacional que ainda era feito com a utilização de um modelo do tipo cascata.

Com o surgimento do DevOps itens considerados essenciais no trabalho coletivo foram então exaltados e promovidos, tornando a produtividade crescente.

Qualidades do trabalho coletivo

Questões como funcionalidade, responsabilidade, agilidade, eficiência e compartilhamento são importantes itens inseridos na filosofia do que hoje é conhecido como DevOps.

A interação entre desenvolvimento e infraestrutura garante automação da mudança!

A mudança foi tão grande que os principais serviços de nuvens aderiram o movimento logo de cara, tornando a “filosofia” devOps cada vez mais popular.


Aplicações (Cloud/Out)

Todas as aplicações modernas eram realizadas diretamente na nuvem, parte de sua funcionalidade considerada de infraestrutura agora estava diretamente no código.

Com a facilidade em garantir que nenhum bug aconteça durante os deployments, (lançamento que é realizado pela maioria das empresas diariamente) o DevOps começou a ser utilizado por empresas de grande porte como Google, Amazon e Twitter.

O lançamento de deployments diários não é uma tarefa nada fácil, e pode ocasionar bugs no sistema em funcionalidade frequente.

Com o auxílio da filosofia de comunicação e interação devops é possível diminuir drasticamente a taxa de breaks e bugs.

E essa é provavelmente o principal motivo da prática ter conseguido chamar tanta a atenção do mercado de tecnologia. Inúmeras empresas e negócios começaram a implementar as principais práticas.

Empresas startups começaram a fazer uso de suas principais ferramentas e nem ao menos se deram conta disso.

Vale salientar que outro importante motivo para tanta procura seria os baixos custos das ações relacionado com uma maior satisfação dos clientes internos e externos.

Mudanças com o DevOps

Como eu já afirmei, a principal intenção dentro do conceito do que representa o DevOps, e conseguir manter uma sintonia entre o desenvolvimento e a infraestrutura, através colaboração e integração contínua.

Para entender como exatamente essa colaboração contínua, vamos dar uma analisado nas que seriam as principais ferramentas, ou melhor dizendo, as principais mudanças que podem acontecer dentro da gestão de Ti de uma empresa ou negócio a partir do momento em que o DevOps começa a ser implantado.

  • Integração entre áreas

Talvez a questão mais comentada entre as empresas que possuem nuvens atualmente seria a grande quebra na barreira que existia entre as diferentes áreas dentro do mesmo negócio.

A comunicação estabelece essa mais que importante integração entre todos os setores.

Essa integração gera muito mais funcionalidade interna, tornando possível uma melhor sinergia até mesmo dentro do próprio produto, sendo possíveis novos inserts.

  • Processos simplificados

A intenção é conseguir eliminar a tradicionalidade de burocracia que existe em qualquer área de atuação no Brasil, sendo também muito frequente em vários países.

Essa onerosidade acaba eliminando o fluxo rápido de trabalho, prejudicando a dinâmica de grupo e até mesmo a continuidade de qualquer ação satisfatória.

Um bom exemplo de simplificação dentro do Devops é a fácil reutilização de módulos de software, ou até mesmo a redução de esforços de entrega.

  • Automação das tarefas

Os chamados deploys, uma tarefa manual bastante demorada é uma das principais atribuições de um time de Ti. Na cultura devops, esse tipo de atividade é totalmente automatizada, para facilitação do processo o tornando mais ágil.

Isso significa mudança paras equipes que antes eram treinadas e pré-localizadas para atuar principalmente na necessidade de subir novas funcionalidade, ou até mesmo softwares inteiros.

Agora se preparam para um processo de aprendizado dos erros cometidos durante as tarefas.

Assim como a documentação desses erros (parte importante do processo já que é importante impedir que tais erros continuem a acontecer).

  • Processos racionalizados

A partir do momento em que processos e tarefas começam a ser simplificados, isso naturalmente significa que eles também foram revisados, atualizados, melhorados.

Porque a intenção é sempre deixá-los muito mais racionais e eficientes a custos mais baixos.

Essa constante melhoria interna é de extrema importância!

Principalmente no mundo da tecnologia onde tudo muda em uma constância diferente, tornando assim quase que uma obrigatoriedade para cada empresa conseguir se adequar aos novos padrões.

Toda empresa e negocio redireciona os seus esforços para a eficiência, agilidade e o aperfeiçoamento.

  • Gestão de Ti modernizada

Como já mencionado, está relacionado ao DevOps o processo de armazenamento em nuvens, por causa da necessidade de constante atualização na infraestrutura oferecida.

E uma forma de conseguir custos mais baixos sem a perda da eficiência em um meio de armazenamento considerado “non stop” é trabalhando com nuvens híbridas.

O ponto forte da hibrida é conseguir um bom padrão interno de funcionalidade operacional!

Isso sem necessariamente precisar investir muito dinheiro no surgimento de novas atualizações e tecnologia.

  • Colaboração estimulada

O grande ganho que surgiu com a criação e fomentação do cloud computing, foi exatamente o maior pedido das empresas e negócios da modernidade, mais facilidade e agilidade na hora de precisar localizar informações importantes.

Essa mudança veio da colaboração entre as áreas de tecnologia, que tentaram ao máximo explorar os pontos fortes e fracos dos produtos administrados.

No devOps essa questão é ainda mais importante pois é fortemente estimulada por todos os desenvolvedores e responsáveis pela Infra.

A colaboração e integração entre essas diferentes áreas é o que permite o descobrimento rápido de novos problemas.

  • Times de Ti empoderados

Trabalhar com essa metodologia significa querer trabalhar com muito mais envolvimento entre todos!

Conseguindo tornar assim de conhecimento de todos os processos estratégicos.

Na verdade a comunicação é a própria estratégia, pois entrega informação direto a todos dentro da nuvem, empresa ou negócio que utiliza o DevOps.

Você só consegue se firmar nesse mercado se conseguir oferecer um bom produto capacitado, com constante melhoria e crescente qualidade.

E é a comunicação que dá esse poder a todos os times de gestão!

  • Escalabilidade e elasticidade

Quando se oferece um serviço de armazenamento de informação em nuvens o que está sendo oferecido é uma infraestrutura muito moderna e inteligente.

Um projeto que consiga se adaptar aos principais movimentos do cliente, bem como oferecer novas soluções.

E com isso pode-se concluir que depois de experimentar a funcionalidade de um produto como uma nuvem, o cliente começa a pagar apenas por aquilo que realmente vai querer usar, tentando sempre criar um pacote que consiga suprir as suas necessidades.

Essa elasticidade em conseguir se adaptar a cada cliente de forma pessoal, precisa oferecer o céu como limite sempre.

Ou seja, a possibilidade de crescimento e atualização precisa sempre ser considerada independente da situação atual do usuário.

Como adotar o DevOps?

Quando a decisão de aderir ao método DevOps surgir, cada empresa precisa ficar atento a todas as suas especificidade, as necessidades dos seus clientes, e os prós e contras de sua metodologia de gestão atual.

Durante o processo de internalização podem acontecer muitas coisas, e cada empresa ou negócio terá a sua própria experiência, porém, alguns temas será comuns a todas elas:

  • Interação das tarefas: Acho que vale a pena continuar batendo na tecla da interação, já que, como foi dito, a comunicação entre todos os setores é exatamente um dos pontos principais da cultura DevOps, e que já é capaz de trazer muito mais agilidade e eficiência na hora de corrigir os erros.
  • Equipes multidisciplinares: Equipes multifuncionais ficam sempre em observação tentando encontrar as necessidades mais latentes na hora da entrega.
  • A estrutura organizacional vai ser transformada para que isso ocorra com mais sinergia.
  • Ambientes padronizados: Para que nenhuma das partes se perca durante a operação, (desenvolvedores e infraestrutura) serão adaptados relatórios, documentações e novos recursos, sempre visando a boa conduta. Essa relação de documentos e relatórios existe para conseguir facilitar todo o controle de acompanhamento dos processos em execução.
  • Gestão inteligente: Gerir de forma inteligente significa estar sempre consciente de todas as atividades, bem como se tornar mais flexível. Para que isso aconteça é de extrema importância que algumas antigas práticas sejam mantidas, como por exemplo:
  • Os quadros no Scrum que mostram todas as etapas trabalhadas, as já vencidas e também as em alta prioridade.
  • Calculando os resultados: As métricas de uma empresa precisam ser reconhecidas corporativamente, isso significa que apenas é possível conseguir gerenciar aquilo que é medido.
  • Caso o contrário não se tem a real dimensão do que está sendo gerido.

Métricas em Ti

Toda a flexibilização das equipes pode acabar sugerindo menos profissionalismo. Isso porque o processo de interação pode acabar quebrando as hierarquias e estruturamentos tradicionais.

Porém, os indicadores de performance vão sempre confirmar o está ou não funcionando corretamente, possibilitando assim, organizar toda a Ti.

O devops se atualiza buscando satisfazer o mercado contemporâneo, não vão existir métricas assustadores para serem organizadas e aderidas.

Isso porque o devops vai procurar lançar novos indicadores voltados para os deployments, para todos os processos de operação e tempo de resposta.

A lista abaixo é um conjunto de indicadores para empresas que estejam passando pelo processo de adoção do DevOps.

Indicadores para adoção ao DevOps:

  • Velocidade e frequência de deployment;
  • Cálculo do tempo para atuação na restauração de um serviço;
  • Agilidade na hora da verificação de um software;
  • Durabilidade de atividade dos sistemas (uptime), de todas as tarefas, aplicações e das redes;
  • Porcentagem de erros;
  • Quantidade de incidentes por release;
  • Análise do ciclo de vida na criação de software desde do desenvolvimento até a hora da entrega;
  • Período de turnover, porque possui influência direta no grau de autonomia e na qualidade do serviço.

Depois das primeiras análises de desempenho que começam a surgir as informações mais relevantes de desempenho da gestão e funcionalidade.

Imediatamente é possível começar a pautar os resultados, procurando entender o quão eficiente está sendo a adoção das novas medidas.

Primeiros resultados da adoção:

  • A gestão de Ti responde à altura das necessidades da empresa;
  • As equipes atuam de forma eficiente;
  • As ferramentas utilizadas estão adequadas e funcionando corretamente;
  • Produtos incompletos estão sendo entregues;
  • O desenvolvimento precisa ser mais desburocratizado;
  • As passagens de mão estão agradando;
  • Existem gargalos nos processos;
  • Vai ser necessária a capacitação dos colaboradores;
  • Os processos possuem qualidade (desenho, levantamento de requisitos, desenvolvimento, testes e operação) dentro do esperado;
  • A integração e a comunicação entre as áreas atuantes realmente esta de acordo com a cultura DevOps.

Conclusão

Alguns especialistas afirmam que o processo DevOps pode ser comparado a de uma orquestra musical.

É nela que pessoas com instrumentos e funções diferentes se comunicam para o desenvolvimento de um único resultado final.

Em síntase, cada um dos inúmeros colaboradores de Ti fica responsável por um papel dentro da gestão e do desenvolvimento.

Metaforicamente, cada músico é um membro da equipe, e os seus instrumentos as ferramentas utilizadas para a execução do trabalho.

Enfim, para que o projeto final possa ter sucesso, é preciso que todas as partes trabalhem em conjunto.

Isso para conseguir como resultado um trabalho em equipe em sintonia!

E a sintonia só acontece quando existe uma comunicação, bem como também uma interação entre todas as equipes.

A essa forma de trabalho muito bem orquestrada, se dá o nome de DevOps Orchestration!

Quando se começa a compreender bem a metodologia, consegue-se encontrar qual vai ser o melhor modelo para a empresa. O modelo de automação de tarefas é bem automatico, esperando sempre as mesmas reações e os mesmos resultados.

Já o modelo Orquestra cria uma automação da integração entre as equipes, porém a atividade continua sendo personalizada.

Os processos precisam ser constantemente revisados, e todo o pessoal envolvido precisa ser capacitado.

Para entender melhor as necessidades e o resultado de sua adesão, basta analisar os 7 passos para iniciar um devOps.

  1. Conheça o conceito de DevOps;
  2. Crie um time campeão;
  3. Opte pela aplicação piloto;
  4. Use várias metodologias;
  5. Defina indicadores de desempenho;
  6. Automatize seus processos;
  7. Leve em consideração uma cadeia de ferramentas.

O DevOps pode conseguir contribuir muito entretanto para isso é preciso planejamento organizacional.

É preciso se informar acerca dos os prós e contras antes de colocar em prática uma mudança tão drástica.

Deixe o seu comentário, diga o que acha do DevOps!