Grande parte das organizações precisam de softwares que consigam atender a sua necessidade da melhor forma possível. Os Bancos NoSQL existem justamente para ir além dos bancos relacionais, pois os mesmos são limitados. Esse processo deve ser feito com cuidado, porque isso será de grande valia.

O objetivo principal dessa postagem é mostrar como os Bancos NoSQL podem auxiliar a vida de todas as pessoas. Esse benefício fará com que o entendimento sobre o tema consiga atender a sua necessidade com clareza. É por tudo isso, que o texto irá mostrar que esses bancos são ótimas alternativas para todos.

O que são os Bancos NoSQL?

O termo NoSQL foi usado pela vez em 1998, estava relacionado com o nome de um banco de dados não relacional. Trata-se de um grande código aberto e o seu autor alega que o movimento NoSQL é diferente do modelo relacional. Ele defende que era melhor ser chamado de “NoREL” ou algo parecido com isso.

A popularização da internet não estava prevista e dessa forma, foram surgindo novos dados que precisavam de tratamento. Esse fato fez com que existisse uma necessidade de tratar e ao mesmo tempo fazer manutenções. Os Bancos NoSQL entram justamente nisso e o objetivo claro é deixar tudo mais fácil.

É do conhecimento de todos que grande parte das aplicações de um software está relacionado aos bancos relacionais. Algumas situações pedem que o armazenamento de dados possa ser feito de uma forma muito mais adequada.

Essa modelagem relacional pode vir a se revelar como limitada em situações em que o formato possa vir a ser variável. Para conseguir superar esse problema, é preciso criar várias tabelas para atender as necessidades apresentadas.

 

Os Bancos NoSQL podem ser usados para garantir uma alta disponibilidade e aumento do poder de processamento. Uma vez que com a utilização crescente da escalabilidade, tornou-se imperdível atender isso com mais velocidade.

Os investimentos em infraestrutura podem muitas vezes vir a ser requerido e quase sempre é algo pesado. O aspecto financeiro deve ser analisado, porque gastos indesejados fazem com que todo o planejamento possa ser afetado.

Uma alternativa eficiente estará ligada diretamente aos Bancos NoSQL, porque o mesmo engloba várias opções. Como por exemplo, a capacidade que irão além das características típicas desses sistemas de gerenciadores relacionais.

Afim de facilitar o processo, é preciso conhecer os vários tipos de bancos Bancos NoSQL, portanto, confira a seguir:

1.    Bancos de dados orientados a documento

Os documentos possuem uma representação básica para esse tipo de tecnologia, portanto, não é algo complicado. Dessa forma, é possível fazer uma comparação dos mesmos em relação aos registros das tabelas convencionais.

Os Bancos NoSQL possuem um paralelo bem interessante com essas linhas do modelo relacional. Esse documento vai possuir uma grande estrutura flexível e que não estará presa a existência das colunas definidas previamente.

O significado para tal é simples e mostra que os documentos que estiverem vinculados a essa mesma coleção, podem vir a ter formatos que variam. Sob o ponto de vista prática, isso é de grande valia, porque deixa tudo mais fácil.

Grande parte dessas soluções relacionados aos documentos podem fazer o uso do padrão JavaScript Object Notation (JSON) para armazenar todos os dados, ou seja, mantendo sempre a facilidade que pode acontecer em tudo isso. Alguns bancos podem ser citados, pois são orientados a documento, veja a seguir:

  • DocumentDB;
  • DynamoDB;

2.    Bancos de dados do tipo chave-valor

Nesse caso, os Bancos NoSQL também serão formados por conjuntos de chaves e também os seus valores. Isso quer dizer que cada um desses conjuntos irá funcionar mais ou menos como um tipo de identificador único e nada mais.

Conforme acontece no modelo orientado a documentos, a estrutura desse banco e dados do tipo chave-valor também é flexível. O que irá significar algo bem interessante, ou seja, é possível adaptá-lo a vários tipos de situações.

As chaves podem se repetir, porém é provável que se repita, ao longo de vários tipos de agrupamentos de dados. É comum encontrar informações que dizem que a repetição não acontece, só que a realidade é outra totalmente contrária. Para facilitar o entendimento, confira a seguir os exemplos desse tipo de banco:

  • DynamoDB;

3.    Bancos de dados orientados a colunas

Esse tipo de banco é totalmente diferente do modelo relacional, portanto, uma linha representa um conjunto de dados sempre relacionados. Cada um dos últimos irá corresponder diretamente as colunas que lá estiverem presentes.

A organização desses dados irá ocorrer com base direta nas colunas, em termos práticas é isso. Qualquer tipo de informação que diferir disso deve ser evitada, porque não é algo correto e para organizar melhor é preciso saber de tudo isso.

Os Bancos NoSQL permitem que os dados orientados a colunas podem ocupar as mesmas posições no banco. Isso vai representar que os dados das colunas distintas irão agrupar e ocuparam os lugares que forem pré-determinados. Alguns exemplos desses bancos serão citados abaixo para facilitar tudo, veja:

  • Cassandra;
  • Hbase

4.    Bancos de dados orientados a grafos

Os bancos desse tipo vão empregar os conceitos da teoria de grafos referentes a toda a representação desses relacionamentos. Obviamente que podem vir a ser diferentes conjuntos de dados e essa é uma vantagem importante.

Uma dessas soluções que é de conhecimento de todos é conhecido pelo modelo Neo4j. O mais importante é saber utilizar da forma mais correta possível, porque isso irá permitir que no final das contas você possa ter feito a utilização correta.

Qual a conclusão para tudo isso?

Antes de entender os motivos para utilizar os Bancos NoSQL, era preciso compreender tudo sobre esse tipo de banco. O objetivo de fazer tudo de forma separada era conseguir auxiliar no entendimento de cada parte do assunto.

O objetivo era simples e direto, ou seja, quebrar aquele paradigma de querer entender tudo junto. Os assuntos relacionados a tecnologia são lógicos, portanto, quem entender de forma separada poderá chegar no resultado certo.

Atualmente os Bancos NoSQL estão em alta e o padrão relacional deve seguir o mesmo dentro da área de software. Isso representa que não deve ser abandonado a opção por aquilo que ainda funciona e costuma dar certo.

Só que do outro lado caberá aos desenvolvedores analisarem o que aquele cenário está pedindo no momento. Isso vai quebrar aquela situação em muitos seguem uma “receita de bolo” e no final não conseguem o resultado esperado.

O time de desenvolvedores deve definir qual é a melhor alternativa para que se adeque a essas demandas. O projeto pode pedir uma abordagem que venha a ser hibrida, combinando assim as duas vertentes que foram mostradas até aqui.

6 motivos para fazer a utilização dos bancos NoSQL?

A tecnologia é mutável, ou seja, o tempo todo os desenvolvedores precisam adequar-se as novas necessidades. O armazenamento de dados é algo essencial, porque faz com que os dados estejam sempre guardados. Além disso, também estão seguros e podem ser modificados de acordo com a demanda.

Esses dados vão precisar diretamente conseguir maior escalabilidade e flexibilidade, sempre trazendo eficiência para todo o fluxo de dados. Atualmente, os Bancos NoSQL precisam conseguir entregar aquilo que a necessidade atual pede, as aplicações não devem causar problemas e nem custos com retrabalho.

A dificuldade e a impossibilidade precisam ser mapeadas, portanto, é necessário fazer uma analise de riscos. Isso fará com que todo o armazenamento desses dados possa conseguir manter uma escalabilidade dinâmica. Sem esquecer também da performance necessária referente a esse aumento dos dados.

É pensando nisso tudo, que torna-se primordial conhecer os 6 motivos para utilizar os Bancos NoSQL. As informações mostradas irão facilitar a sua vida e principalmente o entendimento como um todo. Nada melhor do que ter a chance de conferir abaixo, portanto, veja tudo a seguir:

1.    Flexibilidade

As estruturas de dados intuitivas e também flexíveis são funcionalidades que mais atraem os desenvolvedores. Uma vez que fica mais simples de interpretar, deixa o processo mais ágil e os times preferem economizar o tempo no final.

Grande dos Bancos NoSQL possuem essas características, ou seja, são ótimas opções para todos os que quiserem ter isso. É devido estar atento a esse fato, porque se a necessidade pedir, esse tipo de dados vai ser algo bem adequado.

Grande parte dessa flexibilidade está muito popular por conseguir suportar as práticas de desenvolvimento ágil. Uma vez elimina a toda a complexidade que essas mudanças nos bancos de dados, o que ira erar um bom suporte para as adaptações rápidas que podem vir a existir.

2.    Escalabilidade

Grande parte dos Bancos NoSQL são construídos para escalar horizontalmente, ou seja, já se diferencia nisso. Essa distribuição desses dados por clusters, sendo uma opção mais acertada do que os dados relacionais.

Uma vez que os mesmos sofrem muito em performance quando for executado as consultas com os “joins”. Tudo isso será em ambientes conhecidos como “clusterizados”, evitando toda a performance das consultas que estivem em dia.

A escalabilidade nesse caso irá estar relacionado diretamente com o crescimento que os dados relacionados ao número de usuários. Isso irá agir diretamente em simultaneidade sobre todos os dados que existirem.

3.    Disponibilidade

A indisponibilidade de um banco de dados pode vir a causar alguns prejuízos que são bem perigosos a longo prazo. A perda de cliente é um ponto que vai merecer cuidado, porque no futuro pode vir a prejudicar toda a sua operação.

Grande parte dos Bancos NoSQL vão oferecer eficientes arquiteturas relacionadas a replicação desses dados. O objetivo é proporcionar diretamente maior disponibilidade em relação a todos os outros tipos de bancos de dados.

Se um ou mais servidores vierem a cair um ou outro nós nesse cluster, poderá estar apto a continuar o trabalho. Isso pode ser feito automaticamente sem a perda de dados, ou seja, isso irá evitar que você venha a ter problemas no futuro.

Procure analisar toda e qualquer situação antes, porque isso irá evitar que você tenha todo um retrabalho. Atualmente qualquer custo deve ser evitado, pois com a crise econômica é do conhecimento de todos que tudo ficou bem pior.

4.    Raízes Open Source

Alguns bancos de dados NoSQLtem raízes dentro da comunidade conhecida como open source, ou seja, facilita o crescimento. Isso é algo fundamental para o rápido crescimento do seu uso e também de toda a sua popularidade.

É por conta disso que os Bancos NoSQL conseguem fazer com que as companhias comerciais ofereçam várias opções. Por exemplo: uma estrutura forte de serviços e suportes, isso é de grande valia e ajudará a todas as partes.

Ao mesmo tempo os Bancos NoSQL estão participando diretamente de comunidades relacionadas ao isso. Alguns exemplos: Apache; Cassandra, Mongo, entre outros.

5.    O custo operacional é baixo

O peso do open source não é tão elevado, portanto, o custo para iniciar esse uso não será tão elevado. Isso irá fazer com que fique a quase zero ou mesmo ser bem baixo e isso é fundamental para auxiliar nessa transição que deve ser boa.

Os Bancos NoSQL fazem com que a transição seja mais simples, rápida e ainda existe a chance de usar ambas no mesmo projeto. Sempre utilizando uma ou outra, porém sendo separadamente e de acordo com essa necessidade.

Os grandes bancos de dados relacionais podem precisar de computadores ou mainframes que tenham um preço elevado. Com os Bancos NoSQL isso diminui, pois, o mesmo foi desenvolvimento para trabalhar nesses ambientes.

6.    Funcionalidades especiais

Com o peso que a open source tem sobre o NoSQL, vários tipos de distribuídos de Bancos NoSQL vão oferecer algumas funcionalidades. Obviamente que são especialmente criadas para conseguir incentivar e atrair todos os usuários.

Além disso, ainda é possível ter a capacidade de consulta de dados geoespaciais, índices específicos, replicação de automática de dados, APIs e funcionalidades para a sincronização ser feita da forma adequada.

É necessário citar que os Bancos NoSQL vão conseguir adequar-se as necessidades que cada empresa pode vir a ter. O principal é saber que dará para ter acesso a todas essas funcionalidades especiais e principalmente a utilizar da melhor forma possível.

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